quinta-feira, 26 de setembro de 2013
domingo, 24 de março de 2013
Chegamos ao Zero Absoluto ?
O zero absoluto é uma temperatura até então hipotética e que, de tão baixa, faria com que toda a energia térmica de um material ou ambiente desaparecesse por completo. Em março de 2012, chegamos a publicar uma matéria explicando por que o ser humano nunca conseguiria atingir esse limite. Agora, a ciência prega uma daquelas peças que adoramos e sai com uma novidade de espantar: essa temperatura não é só possível de ser atingida, como também de ser superada.
Para chegar a esse resultado, cientistas da Universidade Ludwig Maximilian, na Alemanha, criaram um gás quântico com átomos de potássio alinhados de maneira específica com a ajuda de lasers e campos magnéticos.
Assim, quando os campos magnéticos foram rapidamente ajustados, os átomos passaram de um estado de baixa energia para um estado com o mais alto nível de energia possível. Essa transição, aliada ao fato de que os átomos continuaram em ordem graças ao feixe laser, fez com que a temperatura do gás ultrapassasse alguns bilionésimos de graus abaixo da temperatura de zero absoluto (-273,15° C).
Com esse avanço científico, os pesquisadores seriam capazes, por exemplo, de criar novos tipos de matéria, mas antes precisam solucionar uma espécie de efeito colateral dessa temperatura: o físico teórico Achim Rosch, da Universidade de Cologne, na Alemanha, calcula que, em um sistema como esse, os átomos abaixo do zero absoluto passam a flutuar em vez de serem puxados pela gravidade.
Outra peculiaridade desse gás é que ele passa a se comportar de maneira semelhante à da energia escura, força que ainda é considerada como um dos mistérios ainda não resolvidos da Física e que tem papel fundamental na expansão do universo, já que desafia a gravidade que tenta fazer o universo voltar para o seu centro.
Quando os átomos de potássio do gás quântico mudam de estado de energia, eles deixam de se repelir e passam a serem atraídos uns pelos outros. Porém, eles não entram em colapso uns contra os outros, já que a temperatura abaixo do zero absoluto torna a cadeia estabilizada. Essa descoberta pode ajudar cosmólogos a entenderem melhor o funcionamento do nosso universo.
Marcadores:
Escala Absoluta,
Física Térmica,
Lord Kelvin,
Termologia,
Termometria,
Zero Absoluto
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Imponderabilidade e as leis de Newton
A força gravitacional é aplicada diretamente em todos os pontos do corpo de modo a produzir a mesma aceleração em todos eles, de forma que não existem compressões entre partes do corpo e o peso não é percebido pelos sentidos quando se está em queda livre. Mas quando se está sentado em uma cadeira apoiada na superfície da Terra há uma força normal a somar-se ao peso a fim de cancelar (Primeira lei de Newton) seu efeito (aceleração). Como esta força aplica-se de forma localizada, esta leva à existência de compressão ao longo da estrutura do corpo, que gera a sensação de peso, o que não acontece quando se está em queda livre.
Considerando-se a exemplo uma pessoa no interior de um avião, elevador, ou de uma nave espacial que cai livremente, observa-se que a aceleração desta pessoa e da nave espacial são as mesmas, e que a pessoa - tendo por referência apenas a nave - aparentemente não tem peso: ela flutua livremente dentro da nave; e se a pessoa estiver segurando um objeto e soltá-lo, ele permanecerá, — em relação a pessoa e à nave — no mesmo lugar no qual foi solto. Durante a maior parte das fases de uma viagem espacial, os astronautas estão em estado de imponderabilidade.
O princípio da imponderabilidade foi utilizado por Albert Einstein como inspiração à elaboração da teoria da relatividade geral, sendo este um caso especial do princípio da equivalência.
O corpo humano não está acostumado a este estado, e em viagens muito longas, exercícios especiais devem ser realizados para que não haja efeitos negativos a longo prazo. Há academias de ginástica construídas para tal fim nas estações orbitais, e os astronautas que permanecem por longos períodos em órbita devem exercitar-se diariamente por no mínimo 2 horas e 30 minutos a fim de evitarem-se atrofias no sistema motor. Em tais condições alguns cosmonautas da antiga União Soviética passaram um ano sob condições de imponderabilidade e parece que nenhum efeito de longo prazo resultou disso.
Visto que algumas experiências cuidadosamente realizadas permitem ao astronauta identificar a presença do campo de gravidade - especificamente o gradiente do campo gravitacional - o verdadeiro estado de imponderabilidade só pode ser atingido no espaço distante - em regiões onde o campo gravitacional possa ser considerado uniforme ao longo de toda a nave
Marcadores:
Elevadores em queda livre,
imponderabilidade,
leis de newton
quinta-feira, 28 de julho de 2011
Por que a coroa Solar apresenta as temperaturas mais altas do Sol?
Um estudo publicado nesta quinta-feira explica por que a coroa do Sol alcança temperaturas centenas de vezes superiores a partes do astro que encontram-se muito mais perto do núcleo, que produz o calor.
Para aquecer a coroa solar a vários milhões de graus e acelerar a centenas de quilômetros por segundo os ventos solares que se propagam em todas as direções, inclusive em direção à Terra, é preciso energia, escrevem Scott McIntosh, do Centro Nacional Americano de Pesquisa Atmosférica, e outros pesquisadores na revista Nature.
A temperatura alcança aproximadamente 6 mil graus na superfície do Sol e dois ou três milhões de graus na coroa, apesar desta última se encontrar muito mais longe do núcleo do astro, onde ocorrem as reações nucleares que produzem o calor.
Hannes Alfven, um físico sueco que recebeu o prêmio Nobel em 1970, estimou que há ondas que transportam esta energia por linhas do campo magnético que percorrem o plasma (gás com partículas carregadas com eletricidade) da coroa. Até agora não havia sido possível detectar a quantidade de ondas deste tipo necessárias para produzir a energia requerida.
Imagens de alta definição ultravioleta captadas com muita frequência (a cada oito segundos) pelo satélite da Nasa Solar Dymanics Observatory (SDO) permitiram à equipe de Scott McIntosh detectar grande quantidade destas ondas Alfven.
As mesmas se propagam em grande velocidade (entre 200 e 250 quilômetros por segundo) no plasma em movimento, indica em um comunicado o professor Marcel Goossens, da Universidade Católica de Lovaina, que participou da pesquisa.
Estas ondas, cujo fluxo energético localiza-se entre 100 e 200 watts por quilômetro quadrado, "são capazes de produzir a energia necessária para propulsar os rápidos ventos solares e assim compensar as perdas de calor das regiões menos agitadas da coroa solar", estimam os autores do estudo.
No entanto, isto "não basta para prover os 2 mil watts por metro quadrado necessários para abastecer as zonas ativas da coroa", acrescentam na Nature.
Para isso, seriam necessários instrumentos com maior resolução espacial e temporal "para estudar todo o espectro de energia irradiada nas regiões ativas".
Além disso, seria preciso "entender como e onde estas ondas são geradas e dissipadas na atmosfera solar".
fonte: Yahoo Notícias
Marcadores:
Coroa Solar,
Hannes Alfven,
Plasma,
Ventos Solares
Nasa descobre primeiro Asteróide Troiano da Terra
Como um cachorro na coleira, a Terra tem um asteroide que acompanha sua órbita ao redor do Sol. Conhecidos como "troianos", esses objetos foram identificados pela primeira vez ao redor de Júpiter e ficam em ou próximos de um dos cinco pontos do espaço nos quais a força da gravidade de um planeta e a do Sol estão em equilíbrio, permitindo que tenham órbitas relativamente estáveis. Usando dados do observatório espacial infravermelho Wise, da Nasa, astrônomos conseguiram localizar o primeiro deles no caminho que a Terra faz anualmente ao redor de nossa estrela.
Batizado 2010 TK7, o asteroide de cerca de 300 metros de diâmetro atualmente está próximo do ponto conhecido como Lagrange 4 (L4) da órbita terrestre, 60 graus à frente do nosso planeta. O nome dos pontos é uma homenagem ao astrônomo Joseph Louis Lagrange, que em 1772, usando a recém descoberta Teoria da Gravitação Universal de Isaac Newton, calculou onde eles estariam.
O 2010 TK7, no entanto, não está exatamente no L4. As observações indicam que na verdade ele oscila a sua volta, fazendo com que também varie sua órbita para o ponto Lagrange 3 em períodos de cerca de 400 anos. Localizado diretamente no lado oposto da Terra com relação ao Sol, objetos no L3 não podem ser observados de nosso planeta. Os outros pontos estão entre a Terra e o Sol (L1), atrás da Terra na mesma direção (L2), e 60 graus atrás da órbita do nosso planeta (L5). Previsto para ser lançado em 2015, o telescópio espacial James Webb, da Nasa, deverá orbitar em torno do L2, onde o sombra da Terra ajudará a proteger seus sensíveis instrumentos da radiação solar.
A descoberta, publicada na edição desta semana da revista "Nature", faz da Terra o quarto planeta do Sistema Solar com pelo menos um asteroide troiano conhecido. Além de Júpiter, com cerca de 5 mil destes fiéis seguidores, Marte e Netuno têm sua cota de "acompanhantes". E como todos os outros troianos, que não apresentam risco de se chocarem com seus planetas, o 2010 TK7 também não deverá colidir com a Terra, chegando a um distância não menor do que pelo menos 20 milhões de quilômetros a cada 395 anos, desde que outras forças não o tirem de sua atual oscilação estável.
fonte: O globo
Marcadores:
Asteróide Troiano,
James Webb,
Nasa
quarta-feira, 30 de março de 2011
A Farsa do Branco mais Branco
Na camisa, lavada com detergentes tradicionais, a composição da luz refletida dá a impressão visual de um branco "menos" vistoso. Na camisa, lavada com detergentes contendo impurezas atômicas luminescentes, que emitem preferencialmente as cores frias e absorvem a radiação solar invisível na faixa do ultravioleta, a reação visual, após a lavagem, é de um branco mais intenso. Em ambos os casos, a limpeza das camisas é a mesma para todos os fins práticos.
Fique Tranquilo! O mundo não acabará em 2012
.A pedra do calendário maia que foi interpretada erroneamente como um anúncio do fim do mundo marcado para dezembro de 2012 foi apresentada na terça-feira (29) em Tabasco, sudeste do México.
A peça, formada de pedra calcária e esculpida com martelo e cinzel, está incompleta. "No pouco que podemos apreciá-la, em nenhum de seus lados diz que em 2012 o mundo vai acabar", enfatizou José Luis Romero, subdiretor do Instituto Nacional de Antropologia e História.
Na pedra está escrito a data de 23 de dezembro de 2012, o que provocou rumores de que os maias teriam previsto o fim do mundo para este dia. Até uma produção hollywoodiana, "2012", foi lançada apresentando esse cenário de Apocalipse.
"No pouco que se pode ler, os maias se referem à chegada de um senhor dos céus, coincidindo com o encerramento de um ciclo numérico", afirmou Romero.
A data gravada em pedra se refere ao Bactum XIII, que significa o início de uma nova era, insistiu Romero.
.
Marcadores:
2012,
Fim do Mundo,
Teoria Maia
Assinar:
Postagens (Atom)








